Neste meu mundo de sonho e realidade, pintei o sol de azul, só para sobrar mais amarelo para a lua... e verde para os olhos do meu amor. Não que estes precisem, ao contrário, emprestam seus tons radiantes para as coisas no meu mundo. É claro que mergulho no claro dos teus olhos. Sem dúvida que a dúvida não mais existe. Que medo dá pensar em não ter medo de te perder, prefiro ter esse medo, e sempre estar contigo. Quanto aos demais medos, não os tenho, porque nessa questão de ter ou não ter, tenho você e então passas a ser a motivação da minha coragem.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Felicidade
A felicidade e alegria sim, hoje invadem avassaladoramente, e ela toma conta dos espaços vazios, preenchendo e usurpando-os... melhor assim...
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Olhos de lua...
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
De coração aberto
Os olhos claream pelos reflexos dos olhos daquela criatura, e toda aquela escuridão parece não ter existido, ou ao menos não tivesse importância mais...
Como se aquele dia feliz que eu tivesse previsto estivesse cada vez mais perto. Sinto a necessidade extrema de compartilhar tudo o que há na minha cabeça. Assim, sem mais nenhum medo, de coração aberto...
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Eu sou assim...
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Humano
terça-feira, 27 de julho de 2010
Não sei o que se passa...
Não sei ao certo o que se passa comigo. Juro que não sei. Mas nem jurar precisaria, já que só quem sofre sou eu! Ou ao menos eu sofro mais. E assim vou preferindo estar, para que eu possa sofrer sozinho, não quero mais levar ninguém para onde estou, só quero que alguém me acompanhe quando tudo estiver melhor, quando esse alguém não precise sofrer por mim quando não queira. É certo que pode parecer egoísmo me negar ou negar a outra pessoa o que de repente possa lhe parecer bom, mas é puro protecionismo, primeiramente com outrem, depois comigo. Não há de dar certo algo que começa errado! Tenho sentido isso na pele. E feito algumas pessoas sofrerem, por carregar essas máculas. Não quero, não devo, não posso! Quero sair logo dessa, respirar um pouco. O que eu queria mesmo era poder encontrar, agora, alguém que me dissesse que tudo isso é uma grande besteira e que iria me puxar de onde estou, e caminhar comigo.
Marcos Fernandes
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Silenciado
No auge do aperto,
Grito!
No mínimo do concerto,
Grito!
.
No auge do grito,
Desespero.
No mínimo do grito,
Destempero.
.
Aperto, grito,
Grito, aperto.
.
O que não tem conserto,
Conflito.
Então faz-se concerto,
É grito!
...
Marcos Fernandes
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Como sabes que amas?
- Como sabes que me ama?
E eu não soube explicar, mas insistia dizer que amava, não sabia dizer como, mas amava. Quem estava certo? Aquele que não acreditava, ou aquele que insistia não saber?
terça-feira, 29 de junho de 2010
Passado
domingo, 27 de junho de 2010
Alma minha
Alma velha. Amo meu filho antes mesmo de ele nascer. A existência está além do pragmatismo humano.
De origem não explicada, surgi. Talvez candura, talvez trevas. Um ou outro, tanto faz! Não sei se o choro foi de dor ou de alívio, a mim não compete classificações de sentimentos, apenas sinto-os. Apenas.
Alma velha, já nasci grande, grande por dentro. Até o momento em que dentro e fora se tornou um lado só. Um ser de um lado só, de diversos lados. Diversos. Sem classificações, sem juízos de valor ou realidade, só realidade, crua, fria, quente, nua.
A loucura tomou conta de mim, pois eu já não tomo conta dela há tempos.
domingo, 6 de junho de 2010
Fragmentos... o Prelúdio
Fragmento de texto de autoria de Camila Buarque e Marcos Fernandes, O Prelúdio.
domingo, 18 de abril de 2010
Tempo de renovação
domingo, 28 de março de 2010
Dor de não chorar
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
"Morreria se me fosse vedado escrever?"
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Meu inferno, meu mundo
De encontro ao inóspito.
Um deserto imundo,
O mal feitor recôndito.
A mais horrível figura
Em imperfeita clausura,
Controlando desejo e ambição,
Conduzindo pensamentos
E os tormentos da sedução.
Da ternura ao pecado
Aquele sentimento imaculado
Levado ao terror.
O prazer do ciúme
Ocasiona horror
No mais alto cume.
O homem ignóbil
Tecendo retalho inconsútil
Com a linha quimérica
Do prazer vil
Que nem a si serviu.
Parte da América
E contagia o mundo
Tornando imundo
O transfigurado singelo.
Enquanto o nojo profundo
Corroe a face do belo,
O homem liberto
Prende-se no maior deserto,
Caminhando sobre sentimentos
Transformando-os em pedaços sebentos.
Marcos Fernandes
sábado, 17 de outubro de 2009
Sentimento
Em que momento percebe-se que o que estamos sentindo por necessidade, vontade ou desejo? Como saber se é bom ou ruim? É certo que bom assim o é, e se diferente fosse, demasiado triste seria. A felicidade toma conta.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Reflexões
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Renascença
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Uma tarde em novembro de dois mil e oito.
A morte! Ah a morte. Sim, ela não é solução, seria no máximo um consolo. Não seria nada catártico. A catarse sim é importante, a expurgação dos sentimentos sim é válida. O problema não está em ser triste, mas sim em não assumir que assim o é.
Se Rimbaud ou Assis fossem plenamente felizes, certamente não seriam Rimbaud e Assis! Até os anjos de Augusto são tristes, mas não deixam de ser belos, nem perdem sua candura.
A tristeza é marca da humanidade.
Policarpo teve seu triste fim, Augusto e seus anjinhos eram tristes. Assis e seu machado eram só tristeza. Os vampiros de Baudelaire choravam lágrimas de sangue e apunhalavam por amor.