segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Desafio de mulher
O que será que seria?!
Isso mesmo, no passado! Fazendo alusão aos pensamentos de Chico, que pergunta “O que será que será?”, eu pergunto: “O que será que seria?”
Inobservância propositiva
Minha cabeça ferve... uma emulsão de pensamentos, certamente nem todos férteis. É certo que algo de não tão bom brota das minhas entranhas. Mas como saber que o sabre da verdade me parte por dentro ou simplesmente não se incomoda a visitar-me? E como saber que no caso de não visitar, que não seja por comodismo ou por falta de necessidade? Existem perguntas que nunca saberemos as respostas, e saber conviver com esse não saber é que deve ser dos maiores segredos. O que você comeu hoje? – Factível de saber a positiva da resposta. O que teria acontecido se eu não tivesse aceitado? – certamente que não há certo nessa resposta. E tolo é o que se presta a tentar ensaiar uma adivinhação para essa resposta. Saiba: existem coisas que você jamais saberá, e ter discernimento psicológico para saber que isso não é o fim do mundo, na verdade não é o segredo da existência, mas sim da sobrevivência sã.
sábado, 27 de agosto de 2011
Nascido em 1987
Eu nasci na época em que a Europa assinava tratados para se unirem. No tempo em que os russos lançavam para o alto, ao invés de bombas, lataria para construir a bomba ambulante que era a estação espacial MIR.
Poucos meses antes de nascer, morria o poeta, compositor e cantor José Manoel Cerqueira Afonso dos Santos. Um homem com um nome grande desses, e sendo quem era, não merecia morrer tão jovem, no auge dos seus 58 anos. Mas a esclerose neurológica não é brincadeira, e se assim o fosse, para aliviar o assunto, trataríamos que de tanto pensar, os neurônios esqueceram de se cuidar.
Dez dias depois de nascer, acontecia um dos maiores acidentes nucleares, Chernobil, e certamente, sem conhecimento e consciência, não podia agradecer por ser brasileiro. Meses depois eu agradeceria por, além de ser brasileiro, de ser pernambucano, já que em setembro daquele ano, acontecia um outro acidente nuclear, em bem menor proporção, lá em Goiânia, chamado de Césio-137.
No mesmo ano, para fechar com chave de ouro, Brasília é declarada Patrimônio da Humanidade. Abre aspas: O que será que eles tinham na cabeça?! Rsrs... Fecha aspas! Mas, pior seria, se tivesse sido declarada Patrimônio da Honestidade! Rárárárá. Amo meu país, mas certos políticos brasileiros me envergonham, adoraria que fossem um ou dois, quiçá uma meia dúzia, mas é bem mais do que doze dúzias e meia.
Retorno
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Cores...
Neste meu mundo de sonho e realidade, pintei o sol de azul, só para sobrar mais amarelo para a lua... e verde para os olhos do meu amor. Não que estes precisem, ao contrário, emprestam seus tons radiantes para as coisas no meu mundo. É claro que mergulho no claro dos teus olhos. Sem dúvida que a dúvida não mais existe. Que medo dá pensar em não ter medo de te perder, prefiro ter esse medo, e sempre estar contigo. Quanto aos demais medos, não os tenho, porque nessa questão de ter ou não ter, tenho você e então passas a ser a motivação da minha coragem.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Felicidade
A felicidade e alegria sim, hoje invadem avassaladoramente, e ela toma conta dos espaços vazios, preenchendo e usurpando-os... melhor assim...
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Olhos de lua...
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
De coração aberto
Os olhos claream pelos reflexos dos olhos daquela criatura, e toda aquela escuridão parece não ter existido, ou ao menos não tivesse importância mais...
Como se aquele dia feliz que eu tivesse previsto estivesse cada vez mais perto. Sinto a necessidade extrema de compartilhar tudo o que há na minha cabeça. Assim, sem mais nenhum medo, de coração aberto...
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Eu sou assim...
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Humano
terça-feira, 27 de julho de 2010
Não sei o que se passa...
Não sei ao certo o que se passa comigo. Juro que não sei. Mas nem jurar precisaria, já que só quem sofre sou eu! Ou ao menos eu sofro mais. E assim vou preferindo estar, para que eu possa sofrer sozinho, não quero mais levar ninguém para onde estou, só quero que alguém me acompanhe quando tudo estiver melhor, quando esse alguém não precise sofrer por mim quando não queira. É certo que pode parecer egoísmo me negar ou negar a outra pessoa o que de repente possa lhe parecer bom, mas é puro protecionismo, primeiramente com outrem, depois comigo. Não há de dar certo algo que começa errado! Tenho sentido isso na pele. E feito algumas pessoas sofrerem, por carregar essas máculas. Não quero, não devo, não posso! Quero sair logo dessa, respirar um pouco. O que eu queria mesmo era poder encontrar, agora, alguém que me dissesse que tudo isso é uma grande besteira e que iria me puxar de onde estou, e caminhar comigo.
Marcos Fernandes
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Silenciado
No auge do aperto,
Grito!
No mínimo do concerto,
Grito!
.
No auge do grito,
Desespero.
No mínimo do grito,
Destempero.
.
Aperto, grito,
Grito, aperto.
.
O que não tem conserto,
Conflito.
Então faz-se concerto,
É grito!
...
Marcos Fernandes
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Como sabes que amas?
- Como sabes que me ama?
E eu não soube explicar, mas insistia dizer que amava, não sabia dizer como, mas amava. Quem estava certo? Aquele que não acreditava, ou aquele que insistia não saber?
terça-feira, 29 de junho de 2010
Passado
domingo, 27 de junho de 2010
Alma minha
Alma velha. Amo meu filho antes mesmo de ele nascer. A existência está além do pragmatismo humano.
De origem não explicada, surgi. Talvez candura, talvez trevas. Um ou outro, tanto faz! Não sei se o choro foi de dor ou de alívio, a mim não compete classificações de sentimentos, apenas sinto-os. Apenas.
Alma velha, já nasci grande, grande por dentro. Até o momento em que dentro e fora se tornou um lado só. Um ser de um lado só, de diversos lados. Diversos. Sem classificações, sem juízos de valor ou realidade, só realidade, crua, fria, quente, nua.
A loucura tomou conta de mim, pois eu já não tomo conta dela há tempos.
domingo, 6 de junho de 2010
Fragmentos... o Prelúdio
Fragmento de texto de autoria de Camila Buarque e Marcos Fernandes, O Prelúdio.